<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5449826</id><updated>2011-09-11T01:51:25.925+02:00</updated><title type='text'>notaveis</title><subtitle type='html'>um registo de acontecimentos, ideias, locais, casos</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://notaveis.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5449826/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaveis.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>mf</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06716416635071242831</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5449826.post-105663144398922912</id><published>2003-06-26T14:44:00.000+02:00</published><updated>2006-10-18T13:12:26.388+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Final de um dia quente de verão. O laranja vivo riscava o céu com &lt;br /&gt;de uma noite igualmente quente. O caminhar apressado &lt;br /&gt;corpo, acariciando suavemente a pele, mas exigindo a cada segundo que se &lt;br /&gt;libertasse da roupa que usava.&lt;br /&gt;O assunto era obviamente delicado: tirar a roupa no meio de &lt;br /&gt;uma plataforma de uma estação de comboio cheia de gente tem que se e &lt;br /&gt;diga. &lt;br /&gt;Nem é uma decisão fácil nem o resultado é simples de encarar. O que &lt;br /&gt;pensaria aquele ali à frente se eu me despisse e lhe piscasse o olho? &lt;br /&gt;Que faria a minha vizinha do lado? - Ficaria espantada, revoltada ou &lt;br /&gt;interessada? Provavelmente ambos ficariam espantados, mas &lt;br /&gt;interessados, esperava que fosse só ele, com o calor que sentia não iria &lt;br /&gt;suportar um olhar languido da vizinha. Olhou em volta e aparentemente sem &lt;br /&gt;dar nas vistas, meteu a mão pela manga da camisola e puxou pela alça ao &lt;br /&gt;longo do cotovelo. &lt;br /&gt;Sem grande esforço, livrou-se de uma alça. Mais uma olhadela para verificar &lt;br /&gt;se podia passar à outra alça. Mãos à obra. Agora era só puxar para que &lt;br /&gt;descesse até fiquem à mão, mala na frente, aberto, recolhido e mala com &lt;br /&gt;ele. Nem foi preciso piscar o olho. O sujeitinho da frente não perdera &lt;br /&gt;pitada e mostrava um sorrisinho safado ao canto da boca. Mediu-me de cima a &lt;br /&gt;baixo, atravessou a malha da blusa com os olhos, parecia que sentia as suas &lt;br /&gt;mãos à minha volta. Os meus mamilos enrijeceram rápido - era impossível não &lt;br /&gt;reparar neles, espetados contra o tecido, bem  proeminentes. A minha &lt;br /&gt;vizinha do lado, que pareceu perceber de repente que havia demasiados olhos &lt;br /&gt;centrados em mim, não resistiu a olhar. Inquieta, perguntou: -Tem frio ou é &lt;br /&gt;sempre assim? &lt;br /&gt;Baixou o rosto para observar os seus mamilos, calmamente olhou-a nos olhos, &lt;br /&gt;mas desviou o olhar procurando o desconhecido e respondeu: É sempre assim. &lt;br /&gt;Muito raramente é por frio. Sempre foi o quente. Curiosa, desviou o olhar &lt;br /&gt;para o peito da outra mulher: - Não sente o calor?A vizinha, como resposta, &lt;br /&gt;observou-a, como se não fizesse muito sentido o que estava a dizer, mas ela &lt;br /&gt;já estava habituada, conhecia aquela expressão de "podemos sentir, mas não &lt;br /&gt;podemos falar".Suspirou. Passou a lingua pelos lábios tentando aliviar o &lt;br /&gt;sufoco que sentia. Sentia-se observada. Sentia o toque daquele desconhecido &lt;br /&gt;sem ser tocada. Olhou-o novamente.Procurou-o, e sentiu a sua falta. Olhou &lt;br /&gt;em redor e não o viu. Debruçou-se um pouco, para espreitar, e nada. Quando &lt;br /&gt;voltou ao seu lugar, sentiu uma mão que lhe acariciava o rabo. Tremeu. &lt;br /&gt;Sabia que era ele sem o ver. Não se mexeu. Teve receio que a qualquer &lt;br /&gt;movimento seu aquela mão desaparecesse. Deu um passo atrás. Queria mais. &lt;br /&gt;Roçou o corpo no do desconhecido.Puxou a mão atrás e puxou-o para si. &lt;br /&gt;Encaixou-se nele.Ele reagiu com a outra mão - meteu-a entre o braço e o &lt;br /&gt;tronco, a tocar a base do seio esquerdo, encostou a boca no seu ouvido - &lt;br /&gt;podia-se ouvir a sua respiração - e disse, devagar: quero-te. quero ver-te. &lt;br /&gt;quero dar-te e ver-te. &lt;br /&gt;Agarrou-lhe na mão que roçava a base do seio e virou-se, roçando naquele &lt;br /&gt;corpo. Encarou-o e aproximou os lábios entreabertos muito perto da orelha&lt;br /&gt;do desconhecido. Vem, disse.&lt;br /&gt;Sem lhe largar a mão, puxou-o para que a seguisse. Veguearam no meio &lt;br /&gt;da multidão. Ela procurava com os olhos um sitio menos exposto.&lt;br /&gt;Foi ele quem sugeriu primeiro o local, por trás de um das colunas &lt;br /&gt;cilindricas, enormes, que sustentavam a abóboda da estação. Era uma &lt;br /&gt;coluna forrada a pequenos azulejos de cores, um dos lados cheios de &lt;br /&gt;graffittis. &lt;br /&gt;Do outro lado estava-se semi na obscuridade, afastado da confusão mas &lt;br /&gt;não totalmente escondido. Ele encostou_a à coluna e disse-lhe para abrir &lt;br /&gt;as pernas. Ao mesmo tempo levantou-lhe a blusa e apertou-lhe o mamilo &lt;br /&gt;direito entre o polegar e o indicador da mão esquerda até ela fazer um &lt;br /&gt;esgar entre a dor e o prazer. O soporo do ar condicionado colava-lhe a fina &lt;br /&gt;saia às pernas e realçava-lhe a proeminência do sexo. Os olhos procuravam &lt;br /&gt;os dele, que pareciam perdidos no horizonte, como se à procura de alguém. A &lt;br /&gt;mão que estava no peito desceu e tocou-lhe o sexo por cima do pano da saia. &lt;br /&gt;Ele olhou-a de frente e disse-lhe: tira as cuecas, fica nua por baixo da &lt;br /&gt;saia.&lt;br /&gt;Ela obedeceu. Enfiou ambas as mãos pela cintura da saia e puxou as &lt;br /&gt;fitas dos lacinhos que prendiam as cuequinhas. Ficaram caidas sob os pés &lt;br /&gt;deles.Puxou-lhe a camisa para fora das calças e explorou a pele dele. &lt;br /&gt;Deslizou as unhas ao longo da coluna e enfiou uma mão pelas calças &lt;br /&gt;acariciando-lhe  o rabo. &lt;br /&gt;A outra mão arranhava-lhe suavemente o peito e os mamilos. Sentia &lt;br /&gt;os passos das pessoas que passavam por perto, num aproximar constante, &lt;br /&gt;aumentando a sua excitação.&lt;br /&gt;Nem tinha notado que ali perto, a escassos dois metros, um homem tinha &lt;br /&gt;parado a olhá-los. Ela nem reparara que tinha a blusa subida,o peito tenso &lt;br /&gt;à mostra, a saia a mostrar-lhe generosamente as pernas bem queimadas pelo &lt;br /&gt;sol. O seu companheiro meteu a mão debaixo da saia e começou a acariciar-&lt;br /&gt;lhe o sexo. Sem querer largou um pequeno gemido, que fez o outro homem &lt;br /&gt;aproximar-se ainda mais. O dedo explorava-lhe os contornos do sexo, o &lt;br /&gt;vértice, titilava-a e fazia-a arcar o tronco. Quando deu por ela o &lt;br /&gt;segundo homem estava a tocar o seu seio e o seu companheiro de estação &lt;br /&gt;sorria. &lt;br /&gt;As sensações que as mãos lhe provocavam deixavam-na com a cabeça à roda. &lt;br /&gt;Tinha dificuldades em respirar, mas não queria parar. Abriu o fecho das &lt;br /&gt;calças do homem à sua frente e introduziu a mão até lhe alcançar o sexo e &lt;br /&gt;apertou entre os dedos. Sentia o outro homem colado nas suas costas, &lt;br /&gt;roçando o membro no seu rabo.&lt;br /&gt;Novos passos se aproximaram e pararam muito perto. Era a mulher da estação, &lt;br /&gt;a vizinha.&lt;br /&gt;Vinha a rir-se, a gaja, ao mesmo tempo que se auto-acariciava no peito. Já &lt;br /&gt;se notava um dos seus mamilos: - O quente que eu gosto é deste, ver-te &lt;br /&gt;assim. Devagar, chegou-se ao segundo homem, tirou-lhe o sexo de dentro das &lt;br /&gt;calças - era enorme! - e chupou-o. Quando estava bem molhado, pegou nela, &lt;br /&gt;virou-a, dobrou-a pela cintura, afastou-lhe as nádegas depois de a ter &lt;br /&gt;penetrado com três dedos - estás encharcada miúda! - e ajudou ela própria &lt;br /&gt;aquele sexo estranho a rasgar-lhe as entranhas. Depois foi ter com o &lt;br /&gt;primeiro homem e pô-la a chupar o seu sexo. No meio da confusão ouviam-se &lt;br /&gt;os sinais sonoros da chegada e partida dos comboios, sentia-se o rumor da &lt;br /&gt;multidão que passava, mas ela estava estranhamente calma. Um membro estava &lt;br /&gt;no seu sexo, outro estava na sua boca, e aquela mulher continuava à sua &lt;br /&gt;frente, a falar: goza bem, que depois vou-te eu chupar tudo o que eles &lt;br /&gt;deitarem dentro de ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://gatofedorento.blogspot.pt"&gt;GATO&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5449826-105663144398922912?l=notaveis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5449826/posts/default/105663144398922912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5449826/posts/default/105663144398922912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaveis.blogspot.com/2003_06_01_archive.html#105663144398922912' title=''/><author><name>mf</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06716416635071242831</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5449826.post-105466631976177178</id><published>2003-06-03T20:51:00.000+02:00</published><updated>2006-10-18T13:12:26.327+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Notável era fazer um filme sobre o Jardel, carreira destruída pelos excessos, cheio de recomendações do Boloni, intercaladas com incursões em discotecas e quartos de hotéis. ìa ser um sucesso para sair por volta do Euro 2004&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5449826-105466631976177178?l=notaveis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5449826/posts/default/105466631976177178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5449826/posts/default/105466631976177178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaveis.blogspot.com/2003_06_01_archive.html#105466631976177178' title=''/><author><name>mf</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06716416635071242831</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5449826.post-105465970620809927</id><published>2003-06-03T19:01:00.000+02:00</published><updated>2006-10-18T13:12:26.180+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Olá, aqui estou pronto a referir o que existe de notável à nossa volta. Este é apenas o começo. Tudo pode ser notável, até o mais insuspeito acontecimento, ou uma ideia, ou um caso, ou um local. Notável é relativo. O que é notável para mim para quem mais será? É para responder a esta pergunta que servem os blogs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5449826-105465970620809927?l=notaveis.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5449826/posts/default/105465970620809927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5449826/posts/default/105465970620809927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://notaveis.blogspot.com/2003_06_01_archive.html#105465970620809927' title=''/><author><name>mf</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06716416635071242831</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
